Uma visão de uma cidade aeroportuária multimodal que combina capacidade de aviação, conectividade ferroviária e desenvolvimento urbano a longo prazo.
Valor acrescentado
Visão geral do projeto
Em 2017, a 1PAX participou no concurso internacional de design para o novo terminal de passageiros do Novo Aeroporto Internacional de Fuzhou, tendo-lhe sido atribuído o segundo prémio. O projeto foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar liderada pelo ECADI (East China Architecture Design Institute) e pela AVIC CAPDI (Aviation Industry Corporation of China – China Aviation Planning and Construction Development), que atuaram como designers principais tanto para a arquitetura do terminal como para a extensão da rede ferroviária urbana de Fuzhou. A proposta abordava uma nova e importante infraestrutura aeroportuária concebida para servir até 25 milhões de passageiros por ano.
Principal desafio
O concurso exigia a conciliação de infraestruturas de aviação de alta capacidade com uma conectividade multimodal integrada e um desenvolvimento urbano a longo prazo. O desafio consistia em maximizar a eficiência da zona aeroportuária — em particular a capacidade de estacionamento de aeronaves —, criando simultaneamente um ambiente na zona terrestre espaçoso e flexível, capaz de evoluir para uma futura «cidade-aeroporto» integrada nas redes de transportes regionais.
A nossa abordagem
A equipa desenvolveu um plano diretor abrangente que integrou o novo terminal de passageiros com os sistemas rodoviários existentes e uma ligação direta à rede ferroviária urbana ampliada. A disposição do terminal foi concebida para otimizar as posições de estacionamento das aeronaves e as operações na zona aeroportuária, enquanto a estratégia para a zona terrestre estabeleceu uma forte ligação com a estação ferroviária, servindo de catalisador para o desenvolvimento urbano.
O plano diretor previa uma cidade aeroportuária de uso misto que integrasse escritórios, áreas comerciais, parques de estacionamento, centros de conferências e hotéis. A sustentabilidade e a flexibilidade a longo prazo foram fundamentais na abordagem de projeto, garantindo que os edifícios e os espaços públicos pudessem adaptar-se às exigências futuras, à evolução tecnológica e ao crescimento faseado.












